Corcunda de Notre Dame

A história acontece num passado remoto em Paris, onde a autoridade era exercida de forma autoritária e tirânica.
Um grupo de ciganos é perseguido e preso. Descobre-se que a cigana fugitiva leva nos braços um bebê. Na fuga, a mãe desesperada morre nas escadas da grande catedral. Um religioso, que a tudo assiste, obriga o comandante da tropa a adotar a criança, pois foi ele o causador da morte da mãe. Mesmo contrariado, o comandante aceita e, ao pegar a criança no colo, percebe que o bebê tem sérios problemas físicos, o que lhe causa mais ira.

O comandante concorda em cuidar do sustento da criança, mas com a condição de que o religioso o confine dentro da grande catedral, pois uma “aberração como aquela teria de ficar longe dos olhos do mundo”.
Aí começa a se desenrolar a relação entre o tirano e a criança. Com o passar dos anos o jovem rapaz, batizado Quasímodo, começa a perceber a vida que existe lá fora.
Confinado no campanário como um animal, somente lhe é permitido observar o mundo de longe. Por essa razão acaba criando então, em meio aos sinos, um mundo paralelo lúdico e fantasioso.

Quasímodo aproveita uma festa popular para sair e conhecer a cidade. Durante um concurso de máscaras, ele é coroado rei, e então descobre-se sua verdadeira face, que na realidade era sua própria face. A multidão o agride, mas uma cigana o defende e lhe salva a vida.
Nesse ínterim, um oficial chega a Paris e é obrigado a perseguir a cigana, mas acaba se apaixonando por ela. Seu comandante percebe a traição e tenta matá-lo, mas este é salvo por Quasímodo, a pedido da cigana.

Neste momento um belo e raro exemplo de doação, alguém que cuida do amor do seu amor.
Acontece então uma grande perseguição a todos os ciganos. Esse conflito acontece na praça em frente a grande catedral, onde Quasímodo protege o casal apaixonado. O comandante invade a igreja e tenta matá-los, mas é impedido pelo corcunda, que descobre que ele era o assassino de sua mãe.
Nesse embate, o grande comandante cai das torres no meio da multidão, que comemora a vitória da liberdade.
 
Imprimir
<<< voltar