Alice

Alice é um mito de passagem entre a infância e a adolescência. Há a rejeição de Alice às diferenças entre a menina Alice e a adolescente Alice. Os habitantes do País das Maravilhas e o humor de seu cotidiano fantástico vêm agir sobre sua cabeça, seja a apaziguar ou a instigar.
Utilizando uma linguagem sintética, pretende-se fazer do texto uma grande metáfora, usufruindo de elementos pertinentes à realidade da criança e do pré-adolescente.
Alice terá uma encenação inédita, pois além de estabelecer paralelos com a realidade infanto-juvenil, ressaltará a questão racial, inédita na personagem Alice, que será interpretada por uma atriz afro-descendente despertando a consciência social e os ancestrais brasileiros.

Essas iniciativas visam sensibilizar o espectador a um novo conceito de estética, dentro dos padrões estabelecidos na sociedade contemporânea, assim provocando uma nova visão crítica de comportamento.
Este grande sucesso, que já faz parte da infância e do universo lúdico de muitas gerações, virá para o palco em uma linguagem de grandes musicais.
Outro aspecto importante é a lembrança de que o teatro infantil é responsável pelo estimulo de um futuro publico do teatro ,da mesma forma que é um instrumento fundamental na educação e formação do ser humano.

Por todas essas razões, não se pode deixar de ressaltar a significativa importância social desse espetáculo.
Essa obra contém exerce fascínios sobre as crianças, jovens e adultos. Possui simbolismo que testemunhando em narrativa, da-se fundamentalmente a partir da fala engendrada no cerne da experiência psicanalítica.

O espetáculo atingirá a sociedade de modo geral, indiferentemente da sua condição social. A produção desenvolvera um trabalho diretamente em instituições públicas: Ong, escolas, instituições beneficentes disponibilizando apresentações gratuitas. Espera-se oferecer ao público uma obra de cunho reflexivo.
 
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