1ª Encontro APTR – Incentivos e Alternativas para a Atividade Profissional de Teatro no Rio de Janeiro

Este encontro aconteceu no dia 29 de agosto de 2005, com objetivo de esclarecer e planejar ações junto ao MINC com as empresas de comunicação e incentivadores para a viabilização de projetos e políticas públicas no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

Estiveram presentes nesse evento o Ministro da Cultura Sr. Gilberto Gil, o Secretário de Fomento do MINC Sr.Sergio Xavier, o Srº Eduardo Barata Presidente da APTR, Srº Antonio Grassi Presidente da FUNARTE e o Senador SR Sergio Cabral.
O Fórum teve a participação de empresas incentivadoras a Cultura tais como: Gol, Telemar, Rede Globo, DIX Amico comunicações, SENAC, FIRJAN.

Esse Fórum veio de encontro às necessidades dos produtores de Teatro Profissional dentre elas: políticas públicas e privadas de incentivo e patrocínio, formação de platéia, informação sobre o uso dos mecanismos de incentivos aos empresários, apoio de meios de comunicação entre outros interesses dos produtores de Teatro

As mesas foram dividas em Painéis:
• Políticas Públicas
• Painel da Subcomissão Permanente do Senado Federal
• Empresas e Política Cultural
• Fechamento com apoiadores do Evento.

Na abertura do fórum o Srº Eduardo Gouveia Vieira Presidente da FIRJAN, iniciou relatando a importância de todos os segmentos artísticos para cultura, e o como estes contribuem para o desenvolvimento direto da sociedade.
A FIRJAN com parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro realizou várias ações de políticas cultural tais como: restauração dos Teatros no Estado do Rio, apoio a vários grupos de Teatro Profissional no Projeto Brasil-França, institui em sua sede o departamento de marketing cultural que tem como objetivo auxiliar o produtor e principalmente o empresário sobre os mecanismos de incentivo a cultura. A empresa também investiu na profissionalização de técnicos com os seguintes cursos: iluminação, sonoplastia, cenografia, entre outros.

Excelentíssimo Ministro Gilberto Gil abordou a importância de iniciativas como a da APTR de reunir os gestores culturais da produção teatral e discutir as necessidades da classe e também o que o governo federal vem realizando e projetando para cultura.O Ministro declarou que o ponto de partida é buscar estimular as empresas a investir em cultura, que esse encontro é muito importante para se apontar medidas para essa proximidade do produtor cultural com o empresário e os mecanismos de incentivo.

O Presidente da APTR Srº Eduardo Barata iniciou seu discurso apontando a razão desse encontro no Rio de janeiro, segundo ele a APTR realiza este para estimular as ações de políticas culturais do estado, o encontro que prevê ações prática de informação aos empresários sobre os mecanismos de lei de incentivo e ações imediatas para a produção teatral no Rio de Janeiro.

Segundo Eduardo, esse fórum vem para suprir as necessidades dos produtores do estado e buscar medidas para que esses tenham previsão de atuação buscando esse esclarecimento através desse contato com MINC e empresas. Este fórum será primeiro de vários, pois é o inicio do fortalecimento da união da classe teatral profissional do Rio de Janeiro, da Câmara setorial junto a MINC e o empresariado.

1. Painel Políticas Culturais

Mesa: Ministro de Cultura Gilberto Gil
Secretário de Fomento do Ministério da Cultura Sr. Sergio Xavier
Presidente da Funarte Sr. Antonio Grassi

O ministro ressaltou que a responsabilidade para a fomentação do teatro está nas mãos de todos: União, Estados, Municípios, Produtores e empresários, partindo desse pressuposto o MINC realizou o Plano Nacional de Cultura para esse mandato, que visa a uniformidade de informações e a regularização da distribuição da demanda cultural. Pois a parceria é primordial para atualizar o Ministério sobre que acontece em cada região, uma das iniciativas foi a Funarte e as câmaras setorias de cultura. Gil diz que o estado tem que ser paternalista conciliando a gestão, a fomentação e a circulação dos espetáculos e produções culturais.

Também ressaltou que o a medida parlamentar para o aumento no orçamento a cultura para 2% no ano de 2006, que já há um novo decreto em analise para lei Rouanet. Que durante a sua gestão institui editais através da Funarte e o Fundo Nacional de Cultura.

Gilberto ressalta que em 10 anos de Lei Rouanet que segundo as estatísticas o Brasil se encontra no apogeu da lei e dos incentivos conquistados segundo dados , no primeiro semestre de 2005 já foi contabilizado 24 milhões de repasses para projetos de lei de incentivo.

Outro participante da mesa foi Antonio Grassi Presidente da Funarte, apontou as dificuldades de gestão das produções. Os teatro hoje em dia funcionam de sexta a domingo tornando o artista em um “desempregado”, que se vê obrigado a realizar outras funções para medida de sobrevivência, Grassi questionou o estado questionado que tipo de atitudes podem tornar a atividade profissional da classe constante e como instituir um plano de formação de platéia para que os 6.000 mil lugares nas casas de Teatro do Estado (RJ) sejam preenchidas.Constatou que hoje o produtor cultural tem cada vez menos mecanismos para produção de seus projetos ,diminuindo a fomentação de projetos e a empregalidade de profissionais.Outras questões apontadas foram os preços abusivos nos teatro privados o que torna praticamente impossível temporadas longas ,dificultando ainda mais o trabalho que na maioria da vezes conquista seus lucros da bilheteria ,lucro esse que se tornou cada vez mais escasso devido ao desinteresse da população e falta de informação sobre artes cênicas.

Partindo desse ponto como o governo poderia instituir um plano diretamente na Secretária de Educação formando o cidadão desde os bancos das escolas a apreciar manifestações culturais não só alunos mais professores. Outro fator importante é buscar conscientizar os produtores em relação aos preços abusivos de ingressos e planejar nas produções ensaios abertos ou apresentações gratuitas para atender toda a sociedade fazendo com que a arte também cumpra seu papel social e estimule o público a freqüentar as salas de teatro.

Foi sugerido por Grassi a ocupação por companhias dos espaços públicos do Rio de Janeiro que estão parados, para proporcionar também a circulação de outros espetáculos pela cidade, outra sugestão foi a criação de um casa para hospedar os artistas que estão em temporada na região.

Para esclarecer os apontamentos, Grassi faz um balanço das ações já instituídas pela Funarte-Minc, segundo dados a funarte em São Paulo está em reforma para ter maior disponibilidade de suporte para os artistas e produtores, no Rio de Janeiro os teatro Eugenio Kusnet e Arena estão em reforma, foi construído em Brasília este ano o Teatro Plínio Marcos e Belo Horizonte a Casa do Conde Espaço Cultural que agrega artes plásticas, teatro, música e eventos culturais.

Quanto ao Projeto Caravana Funarte, Grassi colocou que houve alguns equívocos na elaboração do programa, entretanto este mapa das caravanas possibilitou ao MINC dados sobre as apresentações, receptividade do público e o apoio ao fomento das produções selecionadas

E o novo edital de fomento ao teatro da Petrobrás foi lançado como medida emergencial, pois a Funarte estava aguardando o descongeciamento de verba junto ao Ministério para somar com os recursos da Petrobras com objetivo de lançar um edital com mais recurso o Prêmio Moniz, entretanto a verba não foi liberada pelo MINC para a mesma não expirar a Funarte lançou esse edital para a utilização da verba liberada pela Petrobras.Após liberação da verba do Minc a Funarte pretende usar a mesma estrutura desse edital ,entretanto com o valor da premiação mais alto.

Nessa mesa estava presente o Sr Sergio Xavier ,Secretária de Fomento do Ministério da Cultura que discutiu o funcionamento da lei federal no país e apresentou dados que mostravam o seu alcance ,segundo dados do MINC em 2003/2004 foi investido 430.000.000 milhões na lei e no primeiro semestre de 2005 189.000.000 milhões com 27 % de crescimento ,sendo que 7 mil projetos receberam recursos.

Para não haver congestionamento de projetos no MINC estabeleceu uma data limite para envio de projetos até 30 de setembro para captação ainda em 2005. Os dados do MINC informam que a área de artes cênicas é a que mais conquista os maiores índices de captação devido a eventos, festivais de música, teatro etc. Ações que atraem o interesse do incentivador, entretanto o segmento teatro independente, ainda tem grandes dificuldades para captar recursos.

Foram abordadas algumas propostas de ações mais concretas tais como:
• O instrumento do novo decreto da Lei Rouanet, que aumenta o número de editais através do Fundo Nacional de Cultura.
• Planos de comunicação com os Estados para conquistar o interesse da parceria do governo com as empresas
• Dividir os recursos nos editais em categorias tornando a seleção mais justa
• Selo de responsabilidade cultural distribuído para as empresas. Já estão sendo tomadas as medidas necessárias para concretização ainda esse ano.
• Prêmios Estaduais para as empresas com maior número de incentivo.
• A profissionalização de gestores culturais dentro das empresas, ou consultoria para os empresários partindo dessa formação profissional.
• Reabilitação do FICART
• Planejamento do Emdolment, rendimentos de aplicações feitas pelo estado/empresa é apartir dos lucros gerados na aplicação este é investido nos projetos.
• O MINC também está focando a Lei Rouanet à empresas internacionais que tem sede no Brasil para possibilitar a circulação do produto cultural brasileiro em outros paises. As empresas farão a renuncia fiscal no Brasil, que deve ser através de uma produtora brasileira.
• O MINC quer estabelecer as parcerias com mais precisão com as Câmaras Setoriais para que essas forneçam mais dados sobre os projetos, tais como: Índice de captação por região, aceitação do público, satisfação do empresário com a Lei e como esse assimila o mecanismos, entre outros. Dados levantados através da experiência de cada produtor, fornecendo ao MINC mais ferramentas de trabalho no aperfeiçoamento na política cultural.

Essas medidas são sugestões e algumas delas já estão em procedimento de execução como é o caso: do no Decreto, Prêmio Moniz, FICART e Emdolment.

2ª Painel de Subcomissão Permanente do Senado Federal

Mesa: Presidente da Subcomissão Permanente de Cinema, Teatro e Comunicação Social Sr. Senador Sergio Cabral.

O Senador relatou a importância de políticas de estimulo ao incentivo na Lei as empresas, e também ressaltou que esse procedimento deve partir dos estados/municípios e principalmente produtores que nessa pirâmide devem comprovar a qualidade do seu produto cultural e relevância da empresa inserir sua marca no projeto. Por mais que haja redução de impostos a maior preocupação do empresário a reputação da sua marca e como a divulgação da mesma acontece e a que está agregada.

Nos setores públicos principalmente MINC há uma dificuldade de mapeamento das realizações dos projetos e os resultados dos mesmos ,esse falha de informações custa a todos,pois dificulta ainda mais o equilíbrio de interesses do empresário que desconhece a eficiência e o poder de comunicação dos mecanismos de cultura.Dificultando o equilíbrio dos interesses o público e o privado.

Outro assunto questionado foi a falta de platéia para os espetáculos, para Sergio também é necessário uma ação dos próprios produtores e órgãos fomentadores de cultura para descobrir os indicadores que diagnosticariam a defasagem de platéia.Sergio também defende um projeto na educação onde os alunos tenham acesso a Teatro e todas as artes na escola formando cidadãos interessados e envolvidos com cultura ,por sua vez também fomentadores.

O MINC já tem medidas em relação a levantamento de dados através do IBGE, entretanto ainda não resultados palpáveis para fazer uma apuração detalhada.
Outra ação do Ministério é o cartão BNDES, uma parceria com a empresa que privilegiara o produtor cultural da seguinte forma: o cartão é de financiamento a cultura, o produtor será beneficiado até 100.000 mil que será pago em até 37 meses, é um empréstimo destinado à cultura.

Entretanto o produtor envia ao BNDES o orçamento do seu projeto a própria agencia terá fornecedores cadastrados que farão à prestação de serviços e a agência será responsável pelo pagamento. O dinheiro e repassado através de prestação de serviços, o projeto está na fase de cadastramento dos fornecedores, maiores informações no site do BNDES: www.bndes.com.br.
O senador também ressaltou a importância do diálogo com os produtores que sabem na prática onde se encontram as maiores dificuldades, que através desses vamos encontrar os fatores que impedem a produção, circulação e fomentação. Um dos pontos de ação positiva e que já esta acontecendo são as câmaras setoriais de cultura que aproximaram muito os produtores com o MINC

Essa medida é uma forma que através das vivências e diálogos buscaremos a qualidade total no setor.
No fim desse ano será discutido o reforço orçamentário para a Cultura no valor R$ 130.000.000 milhões, já apontados pelo ministro Gilberto Gil em conversa com o Ministro Palocci, também ocorre à contribuição dos parlamentares do senado nas suas bancadas.
Sobre as políticas culturais nas empresas, o Senador apontou que algumas estatais já desenvolveram suas próprias políticas de patrocínio, que as mesmas já estão se articulando para receber a grande demanda de projetos incentiváveis. Estão buscando através da pratica uma política de igualdade e paridade. E os editais abertos pelas empresas são mais uma ferramenta para os produtores.

O Senador fecha a mesa ressaltando que no caso da cultura à parceria da sociedade com as empresas e ambas com governo é essencial para que os planos e sugestões discutidas no fórum obtenham êxito.

3º Painel Empresas e Política Cultural

Mesa: Heloisa Machado-Diretora de Desenvolvimento e Benefícios da TV Globo.
José Emilio Miguel-Diretor de Marketing da DIX AMICO
Delânia Cavalcante e Arlete Gonçalves – Telemar
Silvia Camargo – Gol linhas Aéreas.

A Srª. Heloisa iniciou o Painel dizendo da importância da cultura para a REDE GLOBO para ela a cultura é a essência mais importante de um povo, a cultura é o principal elemento que repassa a soberania cultural, auto-estima e diversidade para o desenvolvimento de um povo.

A Rede Globo tem quatro sedes filadas no RJ, BH, Recife, SP , e as emissoras com as parcerias espalhadas pelo território nacional e internacional através da GLOBOSAT. A Rede Globo é o único meio de comunicação no mundo que tem capacidade de tramissão superior a 50% ela atinge 98% do território nacional.

Heloisa relatou os apoios em mídia realizados pela emissora em 2004, foram 148 promoções de teatro, 3.507 inserções totalizando financeiramente o valor de R$ 7.781.000 milhões reais investidos em cultura. Já no primeiro semestre de 2005 já foram executadas 250 promoções e 1.049 inserções totalizando financeiramente o valor de 8.587.000 milhões de reais.

A Globo tem como política agir de acordo com os anseios do povo
Acreditando que o teatro é o espelho da sociedade,ele emociona ,educa e informa isso faz com a Rede Globo respeite, apóie e incentive as produções

Após o discurso de Heloisa assume a mesa o Sr.ª Jose Emilio Miguel da DIX AMICO, ele apresentou a empresa que é do ramo de saúde, trabalha com planos de saúde a 40 anos em São Paulo tem como foco o público popular foi o que os levou a patrocinar cultura a primeira opção foi Teatro, pois tem esse apelo popular atinge todas as pessoas em todos os lugares, outro ponto foi à oportunidade de levar arte as pessoas que não tem acesso, realizando um trabalho de formação de platéia.

A DIX AMICO também pensou na questão de valores abusivos de ingressos e procurou uma produção que estivesse disponível a realizar apresentações com valores acessíveis, foi então que entrou em contato com a produção do espetáculo “Coração Bazar”,com Regina Duarte e propôs a parceria de circulação e ingressos a R$ 15.00 e R$ 7.50 .

A experiência segundo José, foi maravilhosa vinculamos a marca em vários meios de comunicação, conquistamos novos clientes, tivemos casas lotadas nas apresentações. A empresa ressaltou a importância da comunicação entre a empresa e a produção, ambos visavam sucesso e partindo disso tiveram uma relação transparente com reuniões periódicas para decidir plano de viagem, comunicação e divulgação.

Um dos atrativos para esse patrocínio foi que a empresa priorizava espetáculos pequenos, partindo disso após fim da temporada de “Coração Bazar”, incentivamos “mulheres por um fio” da atriz Cristiane Torloni com o mesmo processo.

José defende o incentivo a cultura, um dos argumentos que pesa na hora da decisão é o acesso que os produtores e os artistas têm com a mídia, pois o custo para essas ações é menor e a imagem da empresa agregada a esses projetos adquiriu mais valor. Ele fecha à mesa defendendo as políticas culturais que realmente isso agrega muitos benefícios às empresas.

Delânia Cavalcanti da Telemar colocou que a empresa valoriza através do Instituto Telemar a democratização do conhecimento e acesso do seu cliente a essas ações. A política de patrocínio que a empresa executa é nas regiões que a mesma atende que são: nordeste, norte, sudeste. A missão é aproximar as distancias partindo disso a Telemar criou o Instituto Telemar que utiliza recursos da lei Rouanet seguindo o principio de que o dinheiro vem da população e deve retornar a população através do acesso a educação e cultura.

Delania informou que Processo seletivo será em outubro de 2005 nas regiões em a Telemar presta seus serviços, os critérios de avaliação são criatividade, valorização de novos talentos, diversidade cultural e formação de platéia. Os projetos são aprovados pelas leis municipais apartir do ICMS.

A telemar apoiou o projeto Brasil-França com Cias. De dança e a Cia.Amir Haddad do” grupo Ta na Rua.”

Delania fecha seu discurso ressaltando a satisfação com a oportunidade de incentivo e colocando que em algumas regiões que a Telemar atua as leis estavam paradas, após intervenção da empresas voltaram a funcionar. Declara ainda que é de suma importância o interesse do empresariado nessas parcerias ,pois todos são beneficiados .

Silvia Camargo da Gol linhas aéreas iniciou seu discurso informando que a gol é a primeira Companhia a viajar por todas as capitais.Segundo Silvia as leis de incentivo devem ser uma ferramenta básica para plano de comunicação da empresa ,pois além da empresa desempenhar um trabalho social incentivando cultura com o incentivo os custos de mídia se tornam irrisórios facilitando ao cliente o acesso a marca de maneira direta e não agressiva mais atrelada a entretenimento e formação.Para Silvia trabalhar sem lei de incentivo hoje para ela é preocupante ,é uma ferramenta básica de economia,gestão e apoio social.

Agregar à marca a cultura aumenta o Bubti da empresa, e da oportunidade ao cidadão de saber onde o seu imposto foi empenhado.

4º Painel Marketing Cultural e Fechamento

Mesa : Francisco Abreu –Diretor de Marketing

Francisco foi objetivo em seu discurso, ressaltou a importância da formação de gestão empresarial dos produtores e artistas para os mesmos entenderem as reais necessidades do empresário e as suas preocupações com a imagem da empresa.

Infelizmente ainda não existe uma conscientização dos mesmos em relação ao mecanismo, então na maioria das vezes é bussines to bussines, o produtor segundo Francisco deve continuar impondo seus anseios artísticos e preservar a alma do artista afinal é isso que o faz artista, entretanto deve tentar ir de encontro aos anseios dos empresários.

Francisco elogiou o interesse das empresas que estavam no fórum e afirma que muitas parcerias de sucesso iguais às apresentadas podem acontecer com vários produtores e empresas, mais para iniciar é necessário um estudo do mercado e das possibilidades de agregar a marca da empresa ao produto cultural.

O encontro terminou com o agradecimento de todos os participantes da mesa, e com um breve discurso do representante do SENAC ressaltando a importância da parceria do órgão com os produtores para a profissionalização de desenvolvimento dos programas de conscientização dos empresários que já está ocorrendo no Rio de Janeiro em parceria com a FIRJAN.

1ª Encontro APTR-Realizado no Rio de Janeiro-RJ ,no dia 29 de agosto de 2005.
Participou e gravou os debates do encontro Sr. Produtor Cultural Isidoro Diniz.
Relatório do encontro construído pela Assessora Senhorita Jéssica Beatriz.


 
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