Isidoro Diniz
 

Ator, Diretor teatral e Diretor de Produção, Isidoro Diniz construiu sua carreira sob a marca do talento, da dedicação à arte e das experimentações em diversos campos da expressão artística.

Iniciou suas experiências como ator em peças de teatro amador na escola de 1° grau, em Nova Fátima, Paraná, onde nasceu.

A estréia no palco aconteceu com os espetáculos infantis “O Chapeuzinho Vermelho” (76) e “ O pequeno Príncipe” experiências que com o passar do tempo, foi definindo sua preferência por um público muito especial, as crianças. Ainda em Nova Fátima participou de duas peças adultas “O Marido Número Cinco” (78) e “Seu Último Natal”(79).

Neste mesmo ano muda-se para Curitiba, matriculando-se no extinto CPT - Curso Permanente de Teatro da Fundação Teatro Guaíra. Participou como ator das peças: ”O Concertador de Brinquedos” (80), “Maria Minhoca” (81), acumulando funções de assistente e ator em “O Circo Rataplan”, dirigido por Zélia Hurmann.

Identificado com o palco Diniz, faz sua estréia como ator na companhia de Giovani Cesconetto, exercendo em conjunto as funções de ator e assistente de produção. De 1982 a 85, participou de seis montagens infantis: ”A Princesa Mabel e a Bruxa da Floresta”, “ Você Viu a Primavera Por Aí? “, “Banzé, o Cachorrinho de Ninguém”, “ O Gato Que Queria Ser Passarinho”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Pluft, O Fantasminha” e uma adulta, “Três no Escuro”.

Em paralelo aos trabalhos em teatro, Isidoro concluiu o segundo grau e em seguida iniciou o curso de Educação Artística na FEMP.

Em 1981 monta com o Grupo Gestus um espetáculo de pantomima, resultado de um trabalho desenvolvido por Denise Stoklos com um grupo de atores paranaenses. Ainda neste ano, integra o elenco da peça “Ave Vidão”, de Lineu Porte e Celso Filho. Participa da montagem da peça Orféu da Conceição. Em 86 integra o elenco de “O Mágico de Oz”, direção de Moacyr David e “Rua das Flores não é mais a Mesma”, de Lineu Portela.

No ano seguinte, faz curso ministrado por Madelena Nikol e ensaia com o grupo “Uma Canção de Natal”, de charles Dickens. No mesmo ano, trabalha na Produção de “Chuva de Cores”, de Onivaldo Dutra, além de interpretar um dos personagens.
É convidado por Oraci Gemba para integrar o elenco de “Vereada da Salvação“, de Jorge de Andrade. Ainda neste ano assessora a produção do espetacúlo infantil “Os Saltimbancos”, interpretando Também um dos personagens principais.
Este espetacúlo obteve uma boa redceptividade por parte do público e da crítica, sendo apresentado no pequeno auditório do Teatro Guaíra, em diversoso municípios do Paraná e em Florianópolis, Santa Catarina.
Além das atividades no palco, Diniz também participou como ator em trabalhos de televisão e cinema. Na Rede Globo, integrou o elenco da novela “Corpo a Corpo”, dirigida por Denis Carvalho. Já na rede Manchete, participou do seriado “Tudo em Cima”, juntamente com Osmar Prado.

No cinema, participou dos curtas-metragens “S.N.I.- Carlos Drumond de Andrade”(85), “A Revolução do Brazís” (86) e “ O Açogueiro do Norte Contra o Cineasta Voador”, dirigido por Bolinha.

Paulo Friebe o dirige em “Ah, Essa é Boa”(87) e Eloy também o faz em “Vamos Junto Comer Defuntos”(88). Participa da produção norte-americana para televisão “Power Play e, ainda em 88, retorna para a universidade. Na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, concluí Curso de Interpretação Teatral.

Com a dança também aprimorou sua técnica no palco, cursando três anos do CDC - Cursos de Danças Clássicas da Fundação Teatro Guairá. Participou do Grupo de Dança da UFPR e praticou Ginástica Olímpica, Capoeira e Jazz. Apresentou-se em montagens de dança levadas pelo CDC e UFPR, e como ator/bailarino participou de “Dom Quixote”(86), montado pela Opus Ballet.

Fora dos palcos, mas sempre próximo à cena, também possui carreira de destaque. Como diretor de produção, estreou em “Dona Corujinha Sabe Tudo”(85), trabalhando depois em “ Incoerência” (86), “Esse Desfile é uma Salada” (86), “Lady e o Vagabundo” (86), “Chuva de Cores”(87). Neste último ano, integrou o elenco da leitura dramática do Ciclo do Teatro Brasileiro de Resistência, na peça “ Rasga Coração”, produzida pela Fundação Teatro Guaíra.

Ainda em 87, com a peça “Chuva de Cores”, iniciava as atividades da DKV Produções Artísticas. Com dois amigos, produz “Os Saltimbancos” (88), “A Fada que tinha Idéias” (89), “Alice no pais das Maravilhas” (90), “Chi... e agora pra Voltar” (90), e “Pluft, o Fantasminha” (91). Em 1991, os sócios tomam caminhos diferentes e Isidoro Diniz continuou com a DKV, dedicando-se ao teatro infantil.

No ano seguinte, produz “O Cavalinho Azul”, associado á Giovanni Promoções. O espetáculo foi sucedido por “Aristogatas”, em 1994, e em 95, o clássico “A Bela e a Fera”.

Em 1996 a DKV inova produzindo uma peça adulta. A estréia acontece com o texto polêmico de Fernando Arrabal, “O Arquiteto e o Imperador da Assíria”. Este novo caminho trilhado, contudo, não faz com que a companhia deixe de lado seu estimado público infantil. Realiza no mesmo ano “O Quebra-Nozes”, musical infantil premiado entre os melhores de 1996.

Em 1997 Isydoro Diniz explora o terreno da comédia adulta, produzindo ”A Comédia da Vida Privada”, baseada no divertido texto de Luis Fernando Veríssimo.

Ainda neste ano produz o romântico “A Dama e o Vagabundo”, pela qual recebe o prêmio de melhor ator infantil naquele na. Atua ainda na peça “Auto da Feira”, de Gil Vicente, onde também é indicado como ator coadjuvante.

Em 1998, atua e produz o musical “Dos Seios Desta Mãe Gentil”, uma Homenagem à Antônio Carlos Kraide, e também seu último trabalho infantil, onde declarou ter encerrado uma fase: “A Pequena Sereia”, que é vencedora de dois prêmios, atriz e direção musical.

Um ano depois, volta ao gênero da comédia. Isydoro Diniz produz com sucesso uma peça inédita no País, escrita por um dos mais importantes dramaturgos da atualidade, Flávio de Souza, “Saudades de Sião”. A montagem torna-se mais um grande sucesso de público.

No mesmo ano atua como de diretor de produção na montagem da obra de Jean Genet, “Querelle” , onde também atua. Em setembro do mesmo ano, atua e produz pela Rainha de Duas Cabeças a peça “Lenz N°2”, com direção de Cesar Almeida.

O ano de 2000 é de comemoração. Isidoro Diniz prepara vários eventos para festejar seus 20 anos de carreira. Primeiro lança um CD com músicas de Dalva de Oliveira, “Dalvaneios”, com o qual obtém boas críticas. Depois produz e atua na peça de Cesar Almeida “As Lagrimas Ressuscitadas de Dorin C.” e, com a Companhia Nossa Senhora do Teatro Conteporâneo, voltada à pesquisa teatral, atua e produz com Valdir F. Diniz, um dos textos mais importantes do século: “Des Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Obteve críticas mais que favoráveis ao seu trabalho de ator e foi ainda o único ator negro brasileiro a representar esta obra no século 20.

No ano de 2001, atua na peça “João e Maria”, no Espaço da Criança, com direção de Giavane Cesconetto. Realiza uma co-produção com o Centro Cultural Teatro Guaíra, com “Anjo Num Copo de Gelo Picado”. A montagem, com texto e direção de Chico Penafiel, obteve grande aceitação junto ao público e à crítica.

Neste mesmo ano, é eleito presidente da APAC/PR (Associação dos Produtores de Artes Cênicas do Paraná), por um mandato de dois anos. Sua diretoria é composta de artistas representantes da classe teatral. Em conjunto com outras comissões, a APAC participa da renovação da Lei Municipal de Incentivo, e do decreto regulamentado da Lei Estadual de Incentivo a Cultura.

Contando com a lei federal de incentivo à cultura, produz, no Espaço da Criança, “Os Aristogatas”, montagem que conta com a direção de Mauricio Vogue. Em cartaz de 1° de Setembro a 31 de Outubro, teve público total de15 mil espectadores.


PRODUTORA

C U R R I C U L U M


* Isidoro Diniz Produções busca desenvolver em Curitiba trabalhos de pesquisas com qualidade e apresentar um teatro de alto nível em todos os aspectos de uma produção, objetivando estimular a criatividade do público que pretende atingir.

A escolha do texto é fundamental para concretizar um bom trabalho. Dá-se preferência às obras literárias, que exigem qualidade de elenco, de técnicos e de outros profissionais, garantindo o sucesso do trabalho.

A preocupação maior sempre foi, e ainda é, o aspecto artístico que caracteriza as boas produções e está presente em todo o processo de criação e execução. Dessa forma, desenvolve-se um trabalho de melhor qualidade, inovando linguagens e incentivando o crescimento artístico e intelectual das Artes Cênicas, tendo como meta principal promover e divulgar o teatro dentro de um melhor estilo.

A Isidoro Diniz Produções foi fundada em 1986, mas sua estréia aconteceu em 1987. Abaixo a lista de espetáculos promovidos pela companhia em seus 17 anos de atividades:

1987 - CHUVA DE CORES
Texto e direção: Onivaldo Dutra
Apresentações: Teatro do Paiol, Teatro Xlll de Maio e Teatro Guaíra.
Prêmio Governador do Estado / Gralha Azul.
Indicada: Melhor cenografia / Paulinho Maia.
Publico atingido no período: 15 mil.

1988 - OS SALTIMBANCOS
Texto: Chico Buarque de Hollanda
Direção: Paulinho Maia
Apresentação: Teatro do Sesi, Teatro Guaíra, Teatro do Paiol e Teatro CIC (Florianópolis).
Considerada uma das melhores peças do ano de 1988 pelo INACEM.
Menção Honrosa pela APAC/PR.
Público atingido no período: 11 mil aproximadamente.

1989 - A FADA QUE TINHA IDÉIAS
Texto: Fernando Almeida Lopes
Direção: Onivaldo Dutra
Apresentações: Teatro guaíra e Teatro São Mateus do Sul.
Prêmio Governador do Estado / Gralha Azul.
Atriz revelação: Chiris Gomes
Publico atingido no período: 13 mil.

1990 - ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Texto: Lewis Carrol
Adaptação e Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Teatro Guaíra e Teatro da Reitoria
Prêmio Governador do Estado e Gralha Azul.
Indicações: Melhor Atriz, melhor ator, melhor ator e atriz coadjuvante e melhor direção
Premiados: Maurício Vogue (Ator coadjuvante)
Érica Migon (Atriz coadjuvante)
Paulinho Maia (Cenógrafo), Prêmio da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo - APCA.
Público atingido no período: 10 mil Curitiba e 8 mil São Paulo.

1990 - CHI... E AGORA PRÁ VOLTAR
Texto: Mara Lúcia Moron
Direção: Ailton Silva (Carú)
Apresentações: Teatro A. A. B.B, Teatro Guaíra e em várias cidades do Paraná.
Público atingido no período: 6 mil.

1991 - PLUFT, O FANTASMINHA
Texto: Maria Clara Machado
Direção: Edson Bueno
Apresentações: Teatro Guaíra e Teatro da Reitoria.
Prêmio Governador do Estado e Gralha Azul.
Indicações: Melhor ator, melhor atriz, melhor ator coadjuvante, melhor atriz coadjuvante, sonoplastia, maquiagem, espetáculo infantil, composição musical e direção.
Premiados: Aldice Lopes (Ator), Rosana Stavis (Atriz), Enéas Lour (Ator coadjuvante), Aldice Lopes (Maquiagem), Rafael Camargo (Composição) e Edson Bueno (Direção)
Público atingido no período: primeira temporada 15 mil segunda temporada 30 mil.

1992 - O CAVALINHO AZUL
Texto: Maria Clara Machado
Direção: Giovani Cesconetto
Apresentações: Teatro Guaíra e Teatro da Reitoria
Montagem de Co-Produção com Giovani Cesconetto, comemorando os dez anos de dedicação ao Teatro para criança de Isydoro Diniz.
Público atingido no período: 25 mil.

1994 - ARISTOGATAS
Adaptação de Texto e Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Teatro Guaíra
Prêmio Gralha Azul
Indicados: Melhor espetáculo, melhor direção, melhor cenário, melhor iluminação, melhor figurino, melhor maquiagem
Premiado: Melhor maquiagem
Público atingido no período. 19 mil.

1995 - A BELA E A FERA
Texto: Madame Leprince de Beaumont
Adaptação e Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Teatro Fernanda Montenegro
Prêmio Gralha Azul
Indicados: Melhor espetáculo infantil, melhor diretor, melhor compositor musical, melhor ator, melhor iluminador, melhor aderecista, melhor caracterização, melhor figurinista.
Premiados: Melhor espetáculo infantil, Hélio Barbosa (ator), Cássio Murillo (Iluminador), Paulinho Maia (Figurinista) e Zenor Ribas (Aderecista).
Público atingido no período: 25 mil.

1996 - O ARQUITETO E O IMPERADOR DA ASSÍRIA
Texto: Fernando Arrabal
Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Casa Vermelha e Teatro Guaíra
Prêmio Gralha Azul: Wellington (Ator)
Publico atingido no período: aproximadamente 1.959.

1996 - O QUEBRA NOZES
Texto: Alexandre Dumas
Adaptação e Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Teatro Fernanda Montenegro
Prêmio Gralha Azul
Indicações: Melhor espetáculo infantil, melhor aderecista e melhor diretor.
Prêmio: revelação Fabio Tavares, adereços Zenor Ribas e iluminação Cássio Murilo.
Publico atingido no período: 13 mil.

1997 - A COMÉDIA DA VIDA PRIVADA
Texto: Luis Fernando Veríssimo
Adaptação: Adriano Távora
Direção: Marina Machado
Produção: Isydoro Diniz e Primeira Linha - Empresariamentos Artísticos
Apresentações: Teatro Lala Schneider e Teatro Guaíra

1997 - A DAMA E O VAGABUNDO
Adaptação e Direção: Wellington
Apresentações: Teatro Lala Schneider
Realização: DKV Produções e Wellington Produções
Prêmio Gralha Azul
Indicações: Melhor espetáculo infantil, melhor diretor, melhor ator,
melhor maquiagem, melhor coreografia, melhor composição musical, melhor atriz.
Premiação: Melhor ator Infantil (Isydoro Diniz)
Público atingido no período: 14 mil.

1998 - A PEQUENA SEREIA
Adaptação: Cleide Piaseck
Direção: Wellington
Apresentações: Teatro Fernanda Montenegro
Melhor atriz Cleide Piaseck e Celso Pirata Melhor Trilha sonora
Público atingido no período: 12 mil.

1998 - DOS SEIOS DESTA MÃE GENTIL
Texto: Grupo Prisma / Antonio Carlos Kraide
Adaptação e Direção: Paulinho Maia
Apresentações: Mini Auditório do Teatro Guaíra.
Público atingido no período: 1.900.

1999 - CD - TRIBUTO À DALVA DE OLIVEIRA
Intérprete: Chiris Gomes
Apresentações: Teatro Espaço da Criança
Direção Musical: Plínio Campos
Idealizado por Isydoro Diniz
(Homenagem à maior interprete de todos os tempos da MPB, a Diva Dalva de Oliveira).

1999 - SAUDADE DO SIÃO
Apresentações: Teatro José Maria Santos
Texto de Flávio de Souza
Direção: César Almeida
Público atingido no período: 1.500.

1999 - QUERELLE
Texto: Jean Genet
Apresentações: Teatro Lala Schneider
Adaptação e direção: Cesar Almeida
Realização: Isydoro Diniz e Wellington Produções
Público atingido no período: 5 mil.

1999 - LENZ O N. 2
Adaptação e direção: Cesar Almeida
Apresentações: Teatro Lala Schneider
Realização: Rainha de Duas Cabeças e produção Isydoro Diniz
Público atingido no período: 1.890.

2000 - LÁGRIMAS RESSUSCITADAS DE DORIAN C.
Inspirado na obra de Oscar Wilde
Direção: Cesar Almeida
Realização: Rainha de Duas Cabeças e Produção Isydoro Diniz
Apresentações: ESPAÇO 2
Público atingido no período: 1. 600.

2001 - ANJO NUM COPO DE GELO PICADO
texto e direção: Chico Penafiel
Realização: DKV Centro Cultural Teatro Guaíra
Apresentações: Casa Vermelha
Público atingido no período: 3.500.

2001 - OS ARISTOGATAS
Texto: Rafael Camargo
Direção: Maurício Vogue
Apresentações: Teatro espaço da Criança
Público atingido no período: 13.800.

2002 – A VOZ DO SUL
De Wolf Chaia
Direção Isidoro Diniz
(Pocket Ópera Contemporânea)
Público atingido no período 2.400

2003 – A MELHOR PARTE DO HOMEM
Texto de Fernando Bonassi e Newton Moreno
Direção Giovana Soar
Teatro Cleon Jaques – Curitiba Pr. e RioCena Contemporânea/Teatro Glória RJ

2004 – A SOLTEIRONA E O LADRÃO
De Gian Carlo Menotti
Direção Isidoro Diniz
Maestro Carlos Assis
(Pocket Ópera)
Público atingido no período 3.500

2004 – PEÇA SOBRE O AMOR.
Texto e Direção de Giovana Soar
Cia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo.
Apresentações ACT/AGOSTO.
Teatro Paiol Festival de Teatro de Curitiba/ Mostra Coletiva.

2005 – O MARIDO CONFUNDIDO OU JORGE DANDIN
Texo de Moliere e Direção Nei Mendes
Realização Caladium Produções
ISIDORO DINIZ PRODUÇÕES

2005 – MULHERES DE PUCCINI
Direção Musical Paulo Barata
Direção Isidoro Diniz
ISIDORO DINIZ PRODUÇÕES

2005 - ÓPERA POP NEGRA
Direção Musical Ivo Lessa
Direção de Movimento Kátia Drumond
Direção Isidoro Diniz
ISIDORO DINIZ PRODUÇÕES

2005 - NAVALHA NA CARNE
Texto de Plínio Marcos
Direção Silvia Monteiro e Luiz Carlos Pazzelo
ISIDORO DINIZ PRODUÇÕES

 
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